Anatel concede Outorga.
De acordo com o site oficial da Anatel, a Agência Nacional de Telecomunicações concedeu a outorga do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC) para a VulcaNet Sistemas e Engenharia, autorizando a empresa a atuar como Operadora de Telefonia Fixa no Brasil.
Na prática, a autorização STFC coloca a VulcaNet sob o guarda-chuva regulatório que rege a telefonia fixa no país, incluindo regras de qualidade, atendimento e interoperabilidade. O que aumenta a previsibilidade para clientes empresariais e parceiros de integração.
Segundo a história institucional da empresa, a VulcaNet foi fundada em 2009 como SaaS (Software como Serviço) e, desde então, a VulcaNet estruturou rede própria, iniciou processos de interconexão e, de acordo com seus fundadores, tem planos para expansão nacional.
O anúncio de hoje formaliza sua posição no mercado e marca o início de uma nova fase de escala e padronização operacional para o portfólio de soluções de telefonia empresarial da empresa.
É um importante indicador para o futuro das telecomunicações no Brasil. De acordo com os dados da ANATEL sobre telefonia fixa, enquanto o número de acessos de telefonia fixa pelo consumidor final diminuíram (Pessoas Físicas), o número de acessos por empresas (Pessoas Jurídicas) se manteve estável perante a rápida evolução dos acessos móveis e a expansão da rede móvel. Indicando que a telefonia fixa se mantém como um dos meios de comunicação empresarial mais importantes no Brasil.
Por que a outorga STFC é importante para o mercado de Telecomunicações?
A outorga STFC é um marco importante para empresas de Telecomunicações, porque permite que a prestadora ofereça telefonia fixa sob regras específicas no Brasil. De acordo com os termos regulatórios da Anatel, STFC é o serviço destinado à comunicação de voz (telefonia) entre pontos fixos comutados.
Sua exploração para empresas privadas depende de autorização conforme o Regulamento do STFC e o Regulamento Geral de Outorgas (RGO), ambos sob edição da Anatel. Isso confere segurança jurídica às relações entre operadoras, clientes e parceiros.
Empresas que recebem a outorga STFC são conhecidas como Operadoras de Telefonia Autorizadas (Operadoras Autorizadas). A outorga concede direitos e deveres definidos para a operadora e garante maior segurança e previsibilidade para seus clientes. Incluindo a oferta de diversas modalidades de telefonia, incluindo chamadas de voz locais e longa distância (nacionais e internacionais).
O que a outorga STFC significa para a os clientes, a operadora e o mercado de Telecomunicações?
Na prática, o STFC é a telefonia fixa tradicional em sua versão moderna com numeração pública (E.164). Tanto os clientes B2B quanto parceiros da VulcaNet vão estar sujeitos a regras e tarifas específicas pelos Órgãos Regulatórios relevantes, garantindo relações e processos formalizados, e logo, uma relação mais previsível para as partes envolvidas.
Para o cliente corporativo, isso se traduz em DIDs geográficos, roteamento por DDD e interconexão com todas as demais operadoras. SLAs mais rigorosos, previsibilidade tarifária e integração padronizada via SIP Trunk com proteção por SBC. Com suporte a portabilidade de números e a serviços como atendimento emergencial, conforme as regras definidas pela Anatel. Podendo incluir, chamadas locais e de longa distância (nacionais e internacionais) de acordo com o contrato estabelecido.
Para a operadora, o STFC implica manter processos e indicadores, observar o Regulamento de Interconexão e cumprir obrigações de atendimento sob o Regulamento Geral de Direitos do Consumidor, o que eleva o padrão de governança e qualidade.
Para o ecossistema, a entrada de uma TelTech autorizada aumenta a competição e acelera a convergência regulatória, com efeitos positivos em custo total de propriedade e simplicidade de projetos multiunidade. Para saber mais sobre a infraestrutura de telefonia no Brasil, clique aqui.
O que é coberto com a outorga STFC?
A outorga STFC cobre a prestação do serviço de telefonia fixa destinada ao público em geral nas modalidades de Ligação Local, Ligação de Longa Distância Nacional (LDN) e Ligação de Longa Distância Internacional (LDI), com regras de interconexão, numeração e direitos do consumidor definidos pela Anatel.
A autorização permite operar, comercializar e faturar chamadas sob a estrutura tarifária aplicável, E também portar números e integrar‑se às demais redes, dentro do conjunto de resoluções que disciplinam o STFC e a competição no setor. Com isso, a VulcaNet passa a oferecer soluções de voz lastreadas por regulação específica, interoperáveis com todo o ecossistema de telecomunicações no Brasil.
O escopo do STFC afeta serviços correlatos no contexto B2B?
O escopo do STFC impacta diretamente serviços correlatos, pois portabilidade, numeração, interconexão e tarifação influenciam SIP Trunk, PABX Virtual, binagem e gravação inteligente.
Quando a voz é ancorada por um operador STFC, o desenho de rede B2B incorpora regras oficiais de áreas locais, DDDs e tarifas, além de processos padronizados de portabilidade, o que melhora a governança, atendimento e experiência do usuário final. Isso também facilita integrações com canais e integradores, reduzindo riscos de compliance e aumentando a confiabilidade dos fluxos críticos de atendimento, cobrança e autenticação por voz.
Como isso influencia o portfólio de Soluções de Telefonia da VulcaNet?
A outorga amplia a profundidade do portfólio porque permite à VulcaNet ofertar DIDs, trânsitos locais e de longa distância, SIP Trunk com numeração pública, SLA e suporte avançado, tudo com interconexão de nível operadora.
Com rede própria e operação em nuvem, a empresa combina telefonia fixa regulada com aplicações de software e automação (TelTech), viabilizando projetos de URA, discadores, contact center e voz integrada a CRMs com segurança e qualidade de serviço consistentes, do core ao endpoint.
A evolução relatada no histórico institucional, da engenharia e software à outorga em 2022, interconexões e expansão da rede, reforça a base técnica por trás dessas ofertas.
Quais são os impactos práticos da outorga STFC para as operações das empresas no mercado B2B?
Os impactos práticos são maior confiabilidade, previsibilidade e compliance nas operações de voz, pois a telefonia passa a seguir regras oficiais de interconexão, portabilidade, qualidade e atendimento.
Em termos operacionais, isso reduz ruídos em migrações, facilita auditoria e melhora a experiência em ambientes com múltiplas filiais e alto volume de ligações.
Em termos estratégicos, aumenta a concorrência entre operadoras e dá às empresas poder de barganha e de desenho arquitetural mais claro entre local e longa distância, em linha com as mudanças regulatórias em curso.
Confiabilidade operacional: voz como serviço crítico
A outorga eleva a confiabilidade porque insere a voz no domínio regulado, com interconexão formal, gestão de qualidade e obrigações de disponibilidade e atendimento.
Para operações de missão crítica, vendas, cobrança, atendimento ao cliente, isso se traduz em menos latência regulatória (portabilidade e ativação padronizadas), melhor roteamento e contingência sobre infraestrutura de nível operacional, reduzindo quedas e falhas que afetam receita e NPS. A previsibilidade de áreas locais por DDD, em implantação, diminui a complexidade de tarifação e roteamento para grandes bases.
Governança e compliance: menos improviso, mais controles
A outorga fortalece a governança porque submete a operação ao RGO, ao Regulamento do STFC, ao RGI e às regras de direitos do consumidor, do atendimento ao cancelamento e transparência de ofertas.
Isso cria trilhos de compliance que reduzem improvisos, dão clareza a auditorias e facilitam due diligence em processos de M\&A, integração de sistemas e contratação pública/privada, com métricas, contratos e práticas alinhados aos regulamentos vigentes.
Previsibilidade: controle de custos e desenho de arquitetura
A outorga aumenta a previsibilidade de custos e arquitetura porque amarra chamadas a regras de áreas locais, ligações de longa distância nacional e ligações de longa distância internacional e à evolução regulatória.
Em projetos multiestados, isso ajuda a desenhar políticas de roteamento, numeração, tarifação e contingência de forma uniforme, com ganhos em TCO e governança de contratos e SLAs. Para CFOs e arquitetos de redes, a previsibilidade regulatória se converte em melhores decisões de CAPEX/OPEX e em menor esforço de operação.
O que torna a VulcaNet capaz de executar as operações de Telefonia Fixa?
A VulcaNet foi determinada como apta para a outorga STFC porque combina infraestrutura em nuvem, processos de interconexão, segurança de borda por SBC e operação 24/7 com suporte especializado.
O histórico institucional de VulcaNet demonstra a evolução arquitetada para chegar nesse marco. Incluindo a implantação de rede cloud própria, início dos processos de interconexão da rede pública, início de operações em vários estados e expansão nacional planejada. Estes foram os pilares necessários para escalar a entrega de voz com a qualidade esperada de uma operadora autorizada.
Infraestrutura em nuvem e padrões de mercado
A VulcaNet utiliza arquitetura cloud‑first e padrões abertos (SIP) para sinalização e interoperabilidade com PABX Virtual, contact centers e CRMs, garantindo elasticidade, resiliência e integração.
SIP é o protocolo de controle em aplicações de voz sobre IP, padronizado pelo IETF, e sua adoção permite que soluções de software da VulcaNet se conectem de forma segura e previsível a outras redes e aplicações, preservando portabilidade e possibilidade de multivendor.
Segurança e interoperabilidade: o papel do SBC
O SBC (Session Border Controller) é o elemento de borda que protege, interrompe e governa o tráfego de voz sobre IP, realizando funções como ocultação de topologia, gestão de mídia, correção de incompatibilidades e controle de acesso.
Em ambientes de peering e de acesso, operadores empregam SBCs para cumprir políticas na fronteira entre redes, aumentar segurança e manter a qualidade, conforme descreve a IETF ao consolidar funções comumente implementadas em SBCs no ecossistema SIP. Na VulcaNet, isso significa voz resiliente, segura e padronizada para os clientes B2B.
Operação e qualidade: do monitoramento ao suporte especializado
A capacidade de execução da VulcaNet inclui NOC/SOC 24/7, monitoramento proativo, gestão de incidentes, e suporte especializado para engenharia de chamadas, portabilidade, numeração e interconexão.
Ancorada em regulamentos de qualidade e direitos do consumidor, a operação traduz indicadores técnicos em experiência perceptível ( estabilidade, rapidez de ativação, clareza de rotas) e em governança de chamados, auditoria e relatórios compatíveis com ambientes corporativos exigentes.
O que levou a VulcaNet a buscar a outorga como Operadora STFC?
De acordo com seus diretores, a VulcaNet buscou a outorga para cumprir uma demanda reprimida de seus próprios clientes. Ao invés de continuar dependendo da operação de terceiros, a empresa decidiu alinhar seu DNA de engenharia a um regime regulado que permite escalar voz com qualidade, previsibilidade e interoperabilidade nacionais.
Desde a fundação da VulcaNet, a empresa avançou de soluções de software e nuvem para uma TelTech com rede própria e interconexão, e a outorga foi um passo estratégico para consolidar esse percurso, habilitando novas ofertas e uma presença nacional com DIDs, portabilidade e trânsito local e longa distância.
Engenharia desde a origem
A empresa foi fundada em 2009 e cresceu com base em engenharia de software e telecomunicações, passando por incubação, primeiros produtos e clientes, com marcos de inovação que antecedem a fase de operadora. Esse histórico sustenta a maturidade técnica necessária para operar telefonia fixa, do desenho de plataformas ao domínio de interconexão e de padrões abertos, culminando na autorização STFC e na expansão da rede própria.
Evolução do portfólio: de telefonia à TelTech (voz + software)
A empresa evoluiu de soluções de atendimento, automação e comunicação para integrar voz regulada, plataformas e APIs, tornando‑se uma TelTech posicionada para entregar voz + software de ponta a ponta. Essa evolução de cloud própria a aplicativos para operação STFC com rede própria, maximiza controle de qualidade e acelera o ciclo de inovação orientado a resultados de negócio.
Quais são os próximos passos da VulcaNet após se tornar Operadora STFC?
Os próximos passos da VulcaNet combinam expansão de rede própria, crescimento comercial com canais e foco em inovação aplicada à experiência do cliente.
No plano técnico‑regulatório, a empresa vai continuar expandindo a cobertura de sua rede para mais estados no Brasil, otimizando arquiteturas de roteamento e tarifas.
Em seu portfólio de soluções, ampliará integrações e automações em torno de telefonia ( SIP Trunk na Nuvem, PABX Virtual, Call Center e Integrações ), sempre com segurança e conformidade. Assim com experimentação com recursos de IA.
Rede própria em expansão: implicações para qualidade e escala
A expansão de rede própria eleva a qualidade por reduzir dependências, melhorar rotas e latências e favorecer contingência ativa‑ativa, além de acelerar a ativação de DIDs e portabilidades. Em escala nacional, mais pontos de presença e interconexões otimizam o custo por minuto e o custo por canal simultâneo, gerando competitividade sustentável para clientes que consomem voz em alto volume.
Plano de crescimento: capilaridade, canais e cobertura nacional
O crescimento passará por capilaridade geográfica, fortalecimento do programa de canais e ampliação de cobertura com metas públicas de presença nacional e volume de linhas. Para integradores, isso representa previsibilidade de prazos e de portabilidade; para empresas finais, padronização de ofertas, contratos e SLAs em todas as filiais.
Inovação aplicada: automação, integração e experiência do cliente
A inovação seguirá voltada à automação de fluxos de telefonia, integração nativa com sistemas corporativos e orquestração multicanal, usando SIP, APIs e SBCs de modo seguro. A meta é transformar cada chamada em dado acionável, do atendimento à cobrança, com governança e privacidade, reforçando diferenciais de TelTech em ambientes regulados de voz.
Impacto para o ecossistema: O que parceiros e clientes B2B devem esperar?
Parceiros e empresas finais devem esperar mais padronização, previsibilidade e competitividade em propostas e projetos de voz, já que a operação STFC própria habilita fluxos de portabilidade, numeração e interconexão sob regras claras.
Com o reforço de qualidade e atendimento pelo RGC atualizado, o ecossistema tende a ganhar em simplicidade de rollout, comparabilidade de ofertas e proteção ao usuário.
Canais e integradores: mais previsibilidade para projetos críticos
Canais e integradores passam a contar com janelas de ativação, portabilidade e testes de interoperabilidade bem definidos, sustentados por processos de nível operacional e por SLAs mapeados ao regulatório. Isso reduz retrabalho e riscos de cronograma em projetos críticos, abrindo espaço para iniciativas complexas como migrações de PABX legados, consolidação de discadores e centralização de gravação.
Clientes B2B: padronização e escalabilidade em múltiplas unidades
Empresas com muitas filiais ganham padronização de DIDs, tarifação e roteamento, além de fluxos de portabilidade com prazos fixos, o que simplifica migrações e renegociações.
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Termos e definições
- STFC: Serviço de telefonia fixa regulado pela ANATEL, usado para chamadas locais, de longa distância nacional e internacional, com numeração pública e interconexão entre operadoras.
- SIP Trunk na Nuvem: Enlace lógico baseado no protocolo SIP que conecta PABX Virtual e outras soluções de voz de uma empresa à rede pública da operadora, viabilizando chamadas externas com DIDs, tarifação e portabilidade, é a “linha” digital da era IP.
- PABX Virtual: Central de telefonia corporativa em nuvem que permite que chamadas realizadas e atendidas sejam devidamente encaminhadas e registradas através de link de dados.
- SBC: Elemento de borda que protege e intermedia o tráfego de voz sobre IP, realizando funções como segurança, tradução e controle de políticas entre redes.
- Portabilidade: Direito à portar de seu número para outro plano de serviço ou outra prestadora, mantendo a mesma numeração.
Sobre a VulcaNet
A VulcaNet é uma TelTech brasileira que integra engenharia de software, nuvem e rede própria para entregar soluções de telefonia fixa regulada (STFC) e aplicações de telefonia e mensageria para empresas em todo o país.
Como falar com a VulcaNet?
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