Anatel concede outorga para VulcaNet, autorizando empresa como Operadora de Telefonia Fixa no Brasil

De acordo com as normas da agência reguladora, os serviços de telefonia da VulcaNet vão operar sob regras normativas que garantem padrões de qualidade, atendimento e interconexão, oferecendo estabilidade para clientes B2B e parceiros.
Atualizado em janeiro 21, 2026
às 15:13
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Tronco Telefônico com Binagem Inteligente

Tabela de Contéudo

Anatel concede Outorga.

De acordo com o site oficial da Anatel, a Agência Nacional de Telecomunicações concedeu a outorga do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC) para a VulcaNet Sistemas e Engenharia, autorizando a empresa a atuar como Operadora de Telefonia Fixa no Brasil.

Na prática, a autorização STFC coloca a VulcaNet sob o guarda-chuva regulatório que rege a telefonia fixa no país, incluindo regras de qualidade, atendimento e interoperabilidade. O que aumenta a previsibilidade para clientes empresariais e parceiros de integração.

Segundo a história institucional da empresa, a VulcaNet foi fundada em 2009 como SaaS (Software como Serviço) e, desde então, a VulcaNet estruturou rede própria, iniciou processos de interconexão e, de acordo com seus fundadores, tem planos para expansão nacional.

O anúncio de hoje formaliza sua posição no mercado e marca o início de uma nova fase de escala e padronização operacional para o portfólio de soluções de telefonia empresarial da empresa.

É um importante indicador para o futuro das telecomunicações no Brasil. De acordo com os dados da ANATEL sobre telefonia fixa, enquanto o número de acessos de telefonia fixa pelo consumidor final diminuíram (Pessoas Físicas), o número de acessos por empresas (Pessoas Jurídicas) se manteve estável perante a rápida evolução dos acessos móveis e a expansão da rede móvel. Indicando que a telefonia fixa se mantém como um dos meios de comunicação empresarial mais importantes no Brasil.

Por que a outorga STFC é importante para o mercado de Telecomunicações?

A outorga STFC é um marco importante para empresas de Telecomunicações, porque permite que a prestadora ofereça telefonia fixa sob regras específicas no Brasil. De acordo com os termos regulatórios da Anatel, STFC é o serviço destinado à comunicação de voz (telefonia) entre pontos fixos comutados.

Sua exploração para empresas privadas depende de autorização conforme o Regulamento do STFC e o Regulamento Geral de Outorgas (RGO), ambos sob edição da Anatel. Isso confere segurança jurídica às relações entre operadoras, clientes e parceiros.

Empresas que recebem a outorga STFC são conhecidas como Operadoras de Telefonia Autorizadas (Operadoras Autorizadas). A outorga concede direitos e deveres definidos para a operadora e garante maior segurança e previsibilidade para seus clientes. Incluindo a oferta de diversas modalidades de telefonia, incluindo chamadas de voz locais e longa distância (nacionais e internacionais).

O que a outorga STFC significa para a os clientes, a operadora e o mercado de Telecomunicações?

Na prática, o STFC é a telefonia fixa tradicional em sua versão moderna com numeração pública (E.164). Tanto os clientes B2B quanto parceiros da VulcaNet vão estar sujeitos a regras e tarifas específicas pelos Órgãos Regulatórios relevantes, garantindo relações e processos formalizados, e logo, uma relação mais previsível para as partes envolvidas.

Para o cliente corporativo, isso se traduz em DIDs geográficos, roteamento por DDD e interconexão com todas as demais operadoras. SLAs mais rigorosos, previsibilidade tarifária e integração padronizada via SIP Trunk com proteção por SBC. Com suporte a portabilidade de números e a serviços como atendimento emergencial, conforme as regras definidas pela Anatel. Podendo incluir, chamadas locais e de longa distância (nacionais e internacionais) de acordo com o contrato estabelecido.

Para a operadora, o STFC implica manter processos e indicadores, observar o Regulamento de Interconexão e cumprir obrigações de atendimento sob o Regulamento Geral de Direitos do Consumidor, o que eleva o padrão de governança e qualidade.

Para o ecossistema, a entrada de uma TelTech autorizada aumenta a competição e acelera a convergência regulatória, com efeitos positivos em custo total de propriedade e simplicidade de projetos multiunidade. Para saber mais sobre a infraestrutura de telefonia no Brasil, clique aqui.

O que é coberto com a outorga STFC?

A outorga STFC cobre a prestação do serviço de telefonia fixa destinada ao público em geral nas modalidades de Ligação Local, Ligação de Longa Distância Nacional (LDN) e Ligação de Longa Distância Internacional (LDI), com regras de interconexão, numeração e direitos do consumidor definidos pela Anatel.

A autorização permite operar, comercializar e faturar chamadas sob a estrutura tarifária aplicável, E também portar números e integrar‑se às demais redes, dentro do conjunto de resoluções que disciplinam o STFC e a competição no setor. Com isso, a VulcaNet passa a oferecer soluções de voz lastreadas por regulação específica, interoperáveis com todo o ecossistema de telecomunicações no Brasil.

O escopo do STFC afeta serviços correlatos no contexto B2B?

O escopo do STFC impacta diretamente serviços correlatos, pois portabilidade, numeração, interconexão e tarifação influenciam SIP Trunk, PABX Virtual, binagem e gravação inteligente.

Quando a voz é ancorada por um operador STFC, o desenho de rede B2B incorpora regras oficiais de áreas locais, DDDs e tarifas, além de processos padronizados de portabilidade, o que melhora a governança, atendimento e experiência do usuário final. Isso também facilita integrações com canais e integradores, reduzindo riscos de compliance e aumentando a confiabilidade dos fluxos críticos de atendimento, cobrança e autenticação por voz.

Como isso influencia o portfólio de Soluções de Telefonia da VulcaNet?

A outorga amplia a profundidade do portfólio porque permite à VulcaNet ofertar DIDs, trânsitos locais e de longa distância, SIP Trunk com numeração pública, SLA e suporte avançado, tudo com interconexão de nível operadora.

Com rede própria e operação em nuvem, a empresa combina telefonia fixa regulada com aplicações de software e automação (TelTech), viabilizando projetos de URA, discadores, contact center e voz integrada a CRMs com segurança e qualidade de serviço consistentes, do core ao endpoint.

A evolução relatada no histórico institucional, da engenharia e software à outorga em 2022, interconexões e expansão da rede, reforça a base técnica por trás dessas ofertas.

Quais são os impactos práticos da outorga STFC para as operações das empresas no mercado B2B?

Os impactos práticos são maior confiabilidade, previsibilidade e compliance nas operações de voz, pois a telefonia passa a seguir regras oficiais de interconexão, portabilidade, qualidade e atendimento.

Em termos operacionais, isso reduz ruídos em migrações, facilita auditoria e melhora a experiência em ambientes com múltiplas filiais e alto volume de ligações.

Em termos estratégicos, aumenta a concorrência entre operadoras e dá às empresas poder de barganha e de desenho arquitetural mais claro entre local e longa distância, em linha com as mudanças regulatórias em curso.

Confiabilidade operacional: voz como serviço crítico

A outorga eleva a confiabilidade porque insere a voz no domínio regulado, com interconexão formal, gestão de qualidade e obrigações de disponibilidade e atendimento.

Para operações de missão crítica, vendas, cobrança, atendimento ao cliente, isso se traduz em menos latência regulatória (portabilidade e ativação padronizadas), melhor roteamento e contingência sobre infraestrutura de nível operacional, reduzindo quedas e falhas que afetam receita e NPS. A previsibilidade de áreas locais por DDD, em implantação, diminui a complexidade de tarifação e roteamento para grandes bases.

Governança e compliance: menos improviso, mais controles

A outorga fortalece a governança porque submete a operação ao RGO, ao Regulamento do STFC, ao RGI e às regras de direitos do consumidor, do atendimento ao cancelamento e transparência de ofertas.

Isso cria trilhos de compliance que reduzem improvisos, dão clareza a auditorias e facilitam due diligence em processos de M\&A, integração de sistemas e contratação pública/privada, com métricas, contratos e práticas alinhados aos regulamentos vigentes.

Previsibilidade: controle de custos e desenho de arquitetura

A outorga aumenta a previsibilidade de custos e arquitetura porque amarra chamadas a regras de áreas locais, ligações de longa distância nacional e ligações de longa distância internacional e à evolução regulatória.

Em projetos multiestados, isso ajuda a desenhar políticas de roteamento, numeração, tarifação e contingência de forma uniforme, com ganhos em TCO e governança de contratos e SLAs. Para CFOs e arquitetos de redes, a previsibilidade regulatória se converte em melhores decisões de CAPEX/OPEX e em menor esforço de operação.

O que torna a VulcaNet capaz de executar as operações de Telefonia Fixa?

A VulcaNet foi determinada como apta para a outorga STFC porque combina infraestrutura em nuvem, processos de interconexão, segurança de borda por SBC e operação 24/7 com suporte especializado.

O histórico institucional de VulcaNet demonstra a evolução arquitetada para chegar nesse marco. Incluindo a implantação de rede cloud própria, início dos processos de interconexão da rede pública, início de operações em vários estados e expansão nacional planejada. Estes foram os pilares necessários para escalar a entrega de voz com a qualidade esperada de uma operadora autorizada.

Infraestrutura em nuvem e padrões de mercado

A VulcaNet utiliza arquitetura cloud‑first e padrões abertos (SIP) para sinalização e interoperabilidade com PABX Virtual, contact centers e CRMs, garantindo elasticidade, resiliência e integração.

SIP é o protocolo de controle em aplicações de voz sobre IP, padronizado pelo IETF, e sua adoção permite que soluções de software da VulcaNet se conectem de forma segura e previsível a outras redes e aplicações, preservando portabilidade e possibilidade de multivendor.

Segurança e interoperabilidade: o papel do SBC

O SBC (Session Border Controller) é o elemento de borda que protege, interrompe e governa o tráfego de voz sobre IP, realizando funções como ocultação de topologia, gestão de mídia, correção de incompatibilidades e controle de acesso.

Em ambientes de peering e de acesso, operadores empregam SBCs para cumprir políticas na fronteira entre redes, aumentar segurança e manter a qualidade, conforme descreve a IETF ao consolidar funções comumente implementadas em SBCs no ecossistema SIP. Na VulcaNet, isso significa voz resiliente, segura e padronizada para os clientes B2B.

Operação e qualidade: do monitoramento ao suporte especializado

A capacidade de execução da VulcaNet inclui NOC/SOC 24/7, monitoramento proativo, gestão de incidentes, e suporte especializado para engenharia de chamadas, portabilidade, numeração e interconexão.

Ancorada em regulamentos de qualidade e direitos do consumidor, a operação traduz indicadores técnicos em experiência perceptível ( estabilidade, rapidez de ativação, clareza de rotas) e em governança de chamados, auditoria e relatórios compatíveis com ambientes corporativos exigentes.

O que levou a VulcaNet a buscar a outorga como Operadora STFC?

De acordo com seus diretores, a VulcaNet buscou a outorga para cumprir uma demanda reprimida de seus próprios clientes. Ao invés de continuar dependendo da operação de terceiros, a empresa decidiu alinhar seu DNA de engenharia a um regime regulado que permite escalar voz com qualidade, previsibilidade e interoperabilidade nacionais.

Desde a fundação da VulcaNet, a empresa avançou de soluções de software e nuvem para uma TelTech com rede própria e interconexão, e a outorga foi um passo estratégico para consolidar esse percurso, habilitando novas ofertas e uma presença nacional com DIDs, portabilidade e trânsito local e longa distância.

Engenharia desde a origem

A empresa foi fundada em 2009 e cresceu com base em engenharia de software e telecomunicações, passando por incubação, primeiros produtos e clientes, com marcos de inovação que antecedem a fase de operadora. Esse histórico sustenta a maturidade técnica necessária para operar telefonia fixa, do desenho de plataformas ao domínio de interconexão e de padrões abertos, culminando na autorização STFC e na expansão da rede própria.

Evolução do portfólio: de telefonia à TelTech (voz + software)

A empresa evoluiu de soluções de atendimento, automação e comunicação para integrar voz regulada, plataformas e APIs, tornando‑se uma TelTech posicionada para entregar voz + software de ponta a ponta. Essa evolução de cloud própria a aplicativos para operação STFC com rede própria, maximiza controle de qualidade e acelera o ciclo de inovação orientado a resultados de negócio.

Quais são os próximos passos da VulcaNet após se tornar Operadora STFC?

Os próximos passos da VulcaNet combinam expansão de rede própria, crescimento comercial com canais e foco em inovação aplicada à experiência do cliente.

No plano técnico‑regulatório, a empresa vai continuar expandindo a cobertura de sua rede para mais estados no Brasil, otimizando arquiteturas de roteamento e tarifas.

Em seu portfólio de soluções, ampliará integrações e automações em torno de telefonia ( SIP Trunk na Nuvem, PABX Virtual, Call Center e Integrações ), sempre com segurança e conformidade. Assim com experimentação com recursos de IA.

Rede própria em expansão: implicações para qualidade e escala

A expansão de rede própria eleva a qualidade por reduzir dependências, melhorar rotas e latências e favorecer contingência ativa‑ativa, além de acelerar a ativação de DIDs e portabilidades. Em escala nacional, mais pontos de presença e interconexões otimizam o custo por minuto e o custo por canal simultâneo, gerando competitividade sustentável para clientes que consomem voz em alto volume.

Plano de crescimento: capilaridade, canais e cobertura nacional

O crescimento passará por capilaridade geográfica, fortalecimento do programa de canais e ampliação de cobertura com metas públicas de presença nacional e volume de linhas. Para integradores, isso representa previsibilidade de prazos e de portabilidade; para empresas finais, padronização de ofertas, contratos e SLAs em todas as filiais.

Inovação aplicada: automação, integração e experiência do cliente

A inovação seguirá voltada à automação de fluxos de telefonia, integração nativa com sistemas corporativos e orquestração multicanal, usando SIP, APIs e SBCs de modo seguro. A meta é transformar cada chamada em dado acionável, do atendimento à cobrança, com governança e privacidade, reforçando diferenciais de TelTech em ambientes regulados de voz.

Impacto para o ecossistema: O que parceiros e clientes B2B devem esperar?

Parceiros e empresas finais devem esperar mais padronização, previsibilidade e competitividade em propostas e projetos de voz, já que a operação STFC própria habilita fluxos de portabilidade, numeração e interconexão sob regras claras.

Com o reforço de qualidade e atendimento pelo RGC atualizado, o ecossistema tende a ganhar em simplicidade de rollout, comparabilidade de ofertas e proteção ao usuário.

Canais e integradores: mais previsibilidade para projetos críticos

Canais e integradores passam a contar com janelas de ativação, portabilidade e testes de interoperabilidade bem definidos, sustentados por processos de nível operacional e por SLAs mapeados ao regulatório. Isso reduz retrabalho e riscos de cronograma em projetos críticos, abrindo espaço para iniciativas complexas como migrações de PABX legados, consolidação de discadores e centralização de gravação.

Clientes B2B: padronização e escalabilidade em múltiplas unidades

Empresas com muitas filiais ganham padronização de DIDs, tarifação e roteamento, além de fluxos de portabilidade com prazos fixos, o que simplifica migrações e renegociações.

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Termos e definições

  • STFC: Serviço de telefonia fixa regulado pela ANATEL, usado para chamadas locais, de longa distância nacional e internacional, com numeração pública e interconexão entre operadoras.
  • SIP Trunk na Nuvem: Enlace lógico baseado no protocolo SIP que conecta PABX Virtual e outras soluções de voz de uma empresa à rede pública da operadora, viabilizando chamadas externas com DIDs, tarifação e portabilidade, é a “linha” digital da era IP.
  • PABX Virtual: Central de telefonia corporativa em nuvem que permite que chamadas realizadas e atendidas sejam devidamente encaminhadas e registradas através de link de dados.
  • SBC: Elemento de borda que protege e intermedia o tráfego de voz sobre IP, realizando funções como segurança, tradução e controle de políticas entre redes.
  • Portabilidade: Direito à portar de seu número para outro plano de serviço ou outra prestadora, mantendo a mesma numeração.

Sobre a VulcaNet

A VulcaNet é uma TelTech brasileira que integra engenharia de software, nuvem e rede própria para entregar soluções de telefonia fixa regulada (STFC) e aplicações de telefonia e mensageria para empresas em todo o país.

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